O Real não é uma moeda forte e mesmo com o nível de juros atual, alocar 100% do patrimônio no Brasil não protege nosso patrimônio. Com altos riscos políticos, há a constante possibilidade de desvalorização da moeda por fatores internos e externos, além da sanha arrecadatória do governo atual. Nesse cenário é praticamente obrigatório ter investimentos no exterior.
Um novo patamar
Mas como fazê-lo com o IOF tão elevado? Estamos pagando, nesse momento, mais de 3 vezes o valor anterior para ambas modalidades: operações bancárias e investimentos. E como o imposto depende apenas de uma decisão do presidente da república, que tem atuado em conjunto com o judiciário para suplantar o congresso, outros aumentos poderão ser vistos.
Uma situação que tem tirado o sono de muitos que já investiam no exterior e daqueles que buscam iniciar em outros mercados para se proteger do risco-país.
A alternativa
Mas 10 anos atrás surgiu uma alternativa que passou a ganhar cada vez mais corpo com o crescimento dos ativos digitais. Em 2014 foi criada a Tether (USDT), a primeira das chamadas ‘stablecoins’. Diferente das ‘altcoins’, ou moedas alternativas, e das ‘memecoins’ altamente voláteis, arriscadas e em sua maioria efêmeras, as stablecoins são 100% lastreadas em moedas físicas. Ou seja, para cada stablecoin existe uma moeda original, física, sob custódia de uma instituição controlada pelas autoridades financeiras.
Assim, para cada USDT existe um Dolar em custódia, fazendo com que, na prática, essa criptomoeda seja imediatamente conversível em Dolar. O mesmo ocorre com outras stablecoins lastreadas em Dolar, como a DollarCoin (USDC), a segunda maior e mais líquida do mercado.
E como a compra dessas moedas ainda não sofre taxação pelo governo, sua utilização no envio de remessas ao exterior faz é isenta de impostos, tornando-as perfeitas para a transferência de recursos, seja para operações bancárias ou para investimentos.
Segurança
A segurança existente na ‘blockchain’, ou a rede que cuida da circulação de moedas digitais é tamanha que essas operações atualmente são, no mínimo, tão seguras quanto qualquer outra operação bancária, independente de instituição ou jurisdição. Se há tantos anos já confiamos nossos recursos em transações seja por bancos físicos ou digitais, ou ainda pelo PIX, não há motivos para não fazê-lo por meio de USDT ou USDC.
A solução que combina os três pilares dos investimentos: preserva a rentabilidade com a isenção do IOF + a segurança da blockchain + a liquidez de USDT e USDC.
A InvestGlobal ajuda investidores a realizar operações de forma segura, sempre por instituições tradicionais e idôneas, e com a maior segurança: o próprio usuário faz as operações nos aplicativos oficiais dessas instituições.
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